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Culinária exótica? É nóis!
Cansado de Lido e Moulin Rouge? Quer uma opção muito boa (ops, vou ser apedrejado depois) para jantar em Paris?
Bem, a dica foi dada por um importante executivo de uma fabricante, que já morou por lá, e testada por mim e por minha mulher, Thais, no início deste ano.
O restaurante em questão é o L’Epi Dupin, que fica no número 11 da rue Dupin, perto da rue du Bac. Simplesmente fantástico para quem gosta de culinária exótica, de misturas alternativas e mirabolantes. O menu do tipo "formule" sai 34 euros.

Fachada do restaurante
Acaba não sendo dos mais baratos. Quando fomos, a refeição para duas pessoas, sem vinho (só uma tacinha para ser solidário a ela, que estava grávida da Júlia e não podia beber), saiu 86 euros.
Ela não curtiu tanto. Não podia comer nada cru. Eu, em compensação, adorei e pretendo voltar agora.
Para saber mais e fazer reserva (sim, vive lotado), acesse www.epidupin.com.
Embarco neste sábado para Paris. Adrenalina a mil, um monte de coisas para fazer – mas nem comecei a arrumar as malas...
Inté!
Escrito por Luís Perez às 19h00
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A primeira vez que vi você!

Começa a contagem regressiva para o Salão de Paris 2008.
Eu tinha de ir pessoalmente ao salão deste ano. Primeiro, porque é em Paris, a cidade que de longe traz em si a maior carga de história, de beleza, de ode a tudo o que se pode pensar em termos de cultura, beleza, civilidade, enfim, é a cidade mais bela do mundo, em que todos se encontram. Há registros de presença do homem em Paris há pelo menos 40 mil anos – é o que se descobriu após encontrar utensílios de pedra talhada às margens do rio Sena.
Conheci Paris até que tardiamente, dez anos atrás. Tinha resistência em relação ao idioma. Bobagem. Língua latina, fácil, fácil... Em Paris a melhor forma de se comunicar é por gestos e olhares. Mas às vezes dá para arriscar um francês, por menos afiado que seja. O nome Paris vem do povo gaulês, os Parisii, que viveram na região pouco antes da ocupação romana.
Voltei pra lá quase duas dezenas de vezes depois de 1998. Todo ano dou um jeito de ir – se possível, mais de uma vez. O salão mais importante do mundo é um ótimo pretexto, não é mesmo? Embarco no sábado (27) à cidade-luz. E vou postar aqui a rotina que não necessariamente terá a ver com o salão. Como uma eventual visita à gótica catedral de Notre Dame, onde Napoleão se autocoroou imperador da França não faz muito tempo (em 1804), depois da sangrenta Revolução Francesa.

No Terror, onde é hoje a place de la Concorde foi o local onde muitos foram guilhotinados. Hoje um ponto de passagem para pessoas como eu, que após visitar o Louvre sobem pela Champs Elyseés (passando pela praça da Concórdia) em direção ao Arco do Triunfo. Do outro lado, a avenida de la Grand Armeé até Porte Maillot.
Sumi? Você me acha no pub James Joyce: http://www.kittyosheas.com/james_joyce_paris.asp

Foto tirada em 2000, em uma de minhas idas a Paris
Sobre o salão...
Fui buscar nos arquivos o que ocorria no salão dez anos atrás. O destaque no estande da Peugeot era o recém-lançado 206, uma revolução no design automotivo. O estande da Citroën apresentava a minivan Xsara Picasso, enquanto a Ford lançava o Focus (aquele com carroceria antiga, feito na Argentina).
No espaço da Volkswagen, eram apresentados o Lupo e o Bora. No da Fiat, Bravo e Brava. O Smart era um recém-nascido. O Toyota Yaris era uma possível promessa para a fábrica de Indaiatuba (SP). Nunca veio. O assunto de meu texto na “Folha de S.Paulo” era o tributo ao Brasil. Logo seriam inauguradas as fábricas da Renault em São José dos Pinhais (final de 1998) e da PSA Peugeot Citroën no Rio (em 2000)...
Paris, sábado!?
Escrito por Luís Perez às 22h52
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O vendedor ficou ofendidinho...
Ossos do ofício de repórter. Estava eu hoje ligando para várias concessionárias Volkswagen para ver se arrancava alguma informação a mais sobre o Voyage, próximo lançamento da marca. Telefono então para a concessionária Sabrico da avenida Ermano Marchetti, na Lapa (zona oeste de São Paulo). O vendedor Daniel me atende e logo informa:
"Olha, não tem informação nenhuma sobre o carro. Fomos a um curso sobre ele, mas não podemos informar nada até o lançamento", diz o vendedor.
"Mas você não pode me informar nada, nem o tamanho do porta-malas?", insisto.
Ele:
"Não. Para você ter uma idéia, não se sabe nem se o carro vai mesmo se chamar Voyage".
Eu:
"Olha, que ele vai se chamar Voyage todo mundo já sabe. A Volkswagen anunciou e está inclusive no site. Você está muito mal informado".
Até que o vendedor fica ofendidinho:
"Olha, eu estou trabalhando, não vou ficar perdendo meu tempo com você, está bem? Tchau", desligando na minha cara.
Pois é, ele não viu a página abaixo:

Ô, Daniel, esse não é o padrão de atendimento de um vendedor da Volkswagen...
Escrito por Luís Perez às 13h32
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